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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


quarta-feira, 26 de abril de 2017

MUDANDO O MUNDO ATRAVÉS DA COMPREENSÃO DO UNIVERSO ELÉTRICO - O CÉREBRO É UM UNIVERSO ELÉTRICO




Mudando o mundo através da compreensão do Universo elétrico 


 "O teatro cósmico superou a fase newtoniana, e precisamos de uma definição maior para compreender o drama cósmico mais amplo. Em vez de uma visão de corpos isolados transformando engrenagem como em um vácuo, precisamos de uma visão de circuitos elétricos embutidos em um meio condutor cujos componentes dirigem uns aos outros e podem estar em ressonância. Nós deixamos o mundo familiar dos sólidos, líquidos e gasosos. Entramos em um mundo de plasma, onde as regras são diferentes e mais complexas. Nós agora vivemos em um universo elétrico."





Pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Swinburne e da Universidade de Cambridge em 15 de novembro de 2016 confirmaram que o electromagnetismo em uma galáxia distante tem a mesma força como aqui na Terra.

Os astrônomos mediram com precisão por um espectrógrafo pelo Telescópio do sul do Observatório Europeu VLT (Very Large) e 3,6m no Chile para fazer as suas observações e estudaram um quasar - um buraco negro supermassivo - com um ambiente extremamente brilhante - localizado atrás da nossa galáxia, concluindo o estudo sobre o poder de uma força fundamental da natureza em uma galáxia vista em 8.000 milhões de anos-luz.    


A luz encontrou o gás em torno das galáxias distantes cerca de 8,5 bilhões de anos atrás, bem antes de que a Terra sequer existisse. A expansão do universo se estende o comprimento de onda da luz que viaja para a Terra, no espectro de cores avermelhadas, mas o padrão distinto de linhas de absorção da galáxia permanece. 





Eletromagnetismo é uma das 4 forças fundamentais da natureza conhecidas até esse momento em que escrevo. O Eletromagnetismo determina quase tudo sobre o nosso mundo cotidiano, como a luz que recebemos do Sol, como vemos a luz, como o som viaja através do ar, o tamanho dos átomos e como eles interagem com a vida na Terra.

Kristian Birkeland (1867-1917)       
                            
Foi um dos primeiros cientistas a especular que as Luzes do Norte eram partículas carregadas ejetadas do Sol capturadas pelo campo magnético da Terra, e dirigida para a atmosfera polar. 

Birkeland quis provar sua teoria, onde criou artificialmente uma “aurora” em laboratório – um experimento que foi denominado 'Terella', apesar da chacota dos seus colegas de pesquisa, mas hoje os satélites confirmam que Birkelan estava certo.

Correntes de Birkeland 

Provavelmente Birkelan é maior cientista Norueguês dos últimos tempos e muitas de suas obras ainda são usados como materiais de referência, inclusive as correntes elétricas que fluem a partir do espaço receberam seu nome.

Ele é reconhecido por trazer o Plasma e o Eletromagnetismo para a Cosmologia, apesar de suas teorias cosmológicas são serem tão conhecidas.  Infelizmente, Birkeman faleceu aos 49 anos justamente quando uma comissão indicava seu nome para o Prêmio Nobel.
                   
Hannes Alfven (1908-1995) 

Considerado como o pai da física moderna do Plasma, deu continuidade ao trabalho de Birkeland, o que eventualmente foi vencedor do Prêmio Nobel por suas contribuições inovadoras. 

Suas ideias tornaram-se conhecidas para a comunidade científica em geral através do seu livro inovador, Cosmical Eletrodinâmica, publicado pela Oxford University Press em 1950.

Em 1937 Alfven propos que a nossa Galáxia continha um campo magnético de grande escala e que as partículas carregadas moviam-se em órbitas espiral dentro dela, devido às forças exercidas pelo campo. 







Plasma são correntes elétricas que criam o campo magnético.

Embora muitas das teorias de Alfvén são agora bem conhecidos, como os de Birkeland, as implicações cosmológicas do seu trabalho também continuam a ser plenamente reconhecidas.      

Kristian Birkeland em seu trabalho em cosmologia, e as implicações de seu trabalho neste campo, permanecem em grande parte não reconhecidas.   

Universo Elétrico
Estrelas, galáxias, nebulosas e planetas são todos afetados por correntes elétricas de plasma através do qual se movem.  O termo 'Electric Universe' foi usado antes, mas nunca no sentido amplo, holístico pelo físico australiano, Wal Thornhill, considerado como o fundador deste universo elétrico. 

Ciência como uma grande igreja medieval                         
A igreja, ainda no tempo de Galileu, era a autoridade máxima sobre os assuntos impactantes para a humanidade. A hierarquia vinda dos deuses foi generosamente apoiada pelos reis e príncipes. A existência dos cardeais dependia da crença de suas declarações importantes e profundas.

Hoje em dia nada mudou. Grupos de cientistas controlam a informação onde toda a autoridade da lei natural passou ser ignorada pela ciência. Em troca de pronunciamentos importantes e profundos sobre a natureza do universo, muitos acadêmicos são suportados com altos salários, instalações caras, viagens, prestígio e segurança em tempo de vida.

Esses também conferem o poder desta instituição para sucessores de sua própria escolha mantendo o conhecimento dentro de grupos seletos. Nada pode ser esclarecido a luz da pesquisa e de fatos. As informações são fragmentadas, contestadas e ridicularizadas pelos meios de comunicação, sem que possamos dar prosseguimento justo ao que é revelado por poucos que se aventuram a expor suas descobertas.







"O padrão de cores nos diz como o eletromagnetismo é forte nesta galáxia, e porque o quasar é um dos mais brilhantes conhecidos, fomos capazes de fazer a medição mais precisa até agora", diz o principal autor do estudo, Swinburne PhD candidato Srđan Kotus.

O cérebro é um Universo elétrico

O universo inteiro se parece com um cérebro dentro de um microscópio. 
Alguns cientistas estão conscientes sobre essa particularidade - mas não ousam publica-la com receio da ridicularização das suas propostas. 

O que tem o cérebro e universo em comum? 
É a forma como se expandem. Ambos parecem obedecer a mesma lei que gera redes complexas e ambos podem ser comparados com o crescimento da Internet. Cérebro e internet são relacionados à consciência coletiva ou indivíduo/ grupo. 




“Há uma revolução apenas começando na astronomia / cosmologia que irá rivalizar com a detonada por Copérnico e Galileu. Esta revolução é baseada na percepção crescente de que o cosmos é altamente de natureza elétrica.Está se tornando claro que 99% do universo é composta não de "matéria invisível", mas sim, de matéria no estado de plasma. (Donald E. Scott)

Cérebro, Universo e internet têm em comum? A eletricidade.
A teoria do universo elétrico afirma que todas as estrelas e os planetas estão ligados através de correntes elétricas e há um tipo de comunicação em todas as escalas entre os corpos celestes. 

Um aglomerado de galáxias como um único neurônio e este neurônio se comunica com outros neurônios através de vastas e enormes cordões de plasma elétricos levando luz (energia/informação) a quem puder capta-la.

Em 1998 foi dito que o Universo está aceleradamente se expandindo. A questão é: o Universo se expande a partir do aumento da informação aqui na Terra ou a informação em nossos cérebros afetam a expansão do Universo lá fora?

Esse pequeno texto tem como intenção levar você a uma reflexão sobre os últimos acontecimentos diante desse pressuposto desses pesquisadores que talvez você nunca ouviu falar. 

Os links em Azul nesse texto e em todos os outros, levarão você a outros textos meus que ampliarão mais e mais essa visão holística que pretendo passar aqui. Já escrevi muito sobre isso e não cabe repetir tudo de novo nesse BLOG. 

Na minha visão, a grande recepção de informação por milésimos de segundos que nossos cérebros recebem estão aumentando absurdamente a cada instante o que, segundo minhas conclusões, expande, amplia a capacidade de percebermos mais e mais os movimentos dramáticos do ambiente e nos prepararmos para esse. 

Eu acredito que tudo está ligado a tudo, portanto, o Universo está no nosso cérebro e se ele está expandindo... o Universo também acompanha, o que nos leva inevitavelmente a Singularidade do tempo - um novo "BIG BANG" para o próximo SOL 

Alguns milhares de anos atrás, enormes formas antigas do céu perto da terra, provocaram espetaculares formações de descarga elétrica acima de nossos antepassados e inspiraram o vasto complexo de mitos e símbolos mundiais.

Veja o documentário: Símbolos de um céu alienígena 

SÍMBOLOS DE UM CÉU ALIENÍGENA - PARTE 1

SÍMBOLOS DE UM CÉU ALIENÍGENA - PARTE 2

SÍMBOLOS DE UM CÉU ALIENÍGENA - PARTE 3

SÍMBOLOS DE UM CÉU ALIENÍGENA - PARTE 4

SÍMBOLOS DE UM CÉU ALIENÍGENA - PARTE 5
SÍMBOLOS DE UM CÉU ALIENÍGENA - PARTE 6
SÍMBOLOS DE UM CÉU ALIENÍGENA - PARTE 7 FINAL


livro “Electric Universe” 
David Talbot e Wallace Thornhill

Fonte: OXFORD ACADEMIC
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MOSTRANDO UM POUCO MAIS SOBRE ESTE ASSUNTO:

Descoberto um intenso campo elétrico em Vênus

Vênus possui um intenso campo elétrico nas camadas superiores de sua atmosfera. Créditos: ESA.

Com uma massa e raio semelhante ao nosso planeta, Vênus tem sido qualificado em certas ocasiões como o “planeta gêmeo” da Terra. Contudo, na realidade existem diferenças muito mais profundas se prestarmos atenção às suas condições atmosféricas: a camada de gás que envolve o planeta vizinho compõe-se de 95% em dióxido de carbono, é extremamente densa e alcança pressões até 90 vezes maiores que a atmosfera terrestre. Além disso, Vênus sofre um efeito estufa descontrolado que o leva a alcançar temperaturas na superfície para algo próximo de 460 graus Celsius.



Agora, nesse cenário infernal, temos que adicionar uma característica exótica: a existência de um intenso campo elétrico nas camadas altas da atmosfera venusiana. Com uma diferença de potencial de uns 10 volts estendidas ao longo de centenas de quilômetros de altitude, é a primeira vez que os pesquisadores observam algo assim em um planeta. A descoberta, que foi possível graças as medições da sonda Venus Express, da ESA, poderia também explicar a ausência de água no planeta vizinho. Os resultados foram publicados na semana passada na Geophysical Research Letters.



O campo elétrico de Vênus não se deve a geofísica do planeta (como ocorre, por exemplo, com o campo magnético terrestre), mas apenas aos íons presentes em sua camada gasosa. A razão é simples de entender: os íons atômicos são milhares e dezenas de milhares de vezes mais massivos do que os elétrons, por isso que sentem com uma maior intensidade o campo gravitacional do planeta e tendem a acumular-se a uma altitude menor que os elétrons livres, que gera uma diferença de potencial. O surpreendente caso de Vênus é que o dito potencial tem demonstrado ser ao menos cinco vezes maior do que o esperado: no passado, as medições similares efetuadas em Marte e na Terra não haviam detectado o rastro de qualquer campo elétrico, e os resultados indicavam que, caso houvesse algum, a diferença de potencial associada não superaria, em nenhum caso, 2 volts.



Os pesquisadores ignoram o que faz com que Vênus – um planeta com tamanho, gravidade de superfície e ionosfera similar aos terrestres – apresente um campo elétrico elevado. No entanto, uma consequência de primeira ordem é que o dito campo basta para acelerar e expulsar para o espaço aqueles íons com uma massa inferior a 18 unidades de massa atômica. Isso inclui os íons de oxigênio e hidrogênio, os elementos químicos que compõem a água, de modo que essa descoberta poderia explicar o motivo de Vênus carecer dessa substância essencial para a vida. Até agora, pensava-se que a falta de água do planeta vizinho era devida, exclusivamente, as suas altas temperaturas e os efeitos do vento solar (a corrente de partículas carregadas procedentes do Sol).

A descoberta poderá ter importantes repercussões na astrobiologia. Em geral, um requisito considerado imprescindível para que um planeta possa abrigar vida é a presença de água líquida em sua superfície. A descoberta da sonda Venus Express demonstra que, ao menos em princípio, é possível que um planeta expulse íons no espaço devido unicamente aos campos elétricos de sua ionosfera. Portanto, a partir de agora esse será um efeito que os pesquisadores terão que levar em conta na hora de avaliar a habitabilidade de qualquer exoplaneta.

Fonte: http://www.universoracionalista.org/descoberto-um-intenso-campo-eletrico-em-venus/

Publicado na Scientific American

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Mente quântica: como podemos transformar a nossa realidade



As crenças que se encontram enraizadas no seu subconsciente influenciam a interpretação de tudo o que acontece com você, seja no seu exterior ou no seu interior. Por outro lado, muitas dessas crenças são errôneas e nos levam a ter pensamentos, emoções e comportamentos que constituem fontes de bloqueio e sofrimento. Pense que todos temos o poder de transformar a nossa realidade e até mesmo de escolher os sonhos que alimentamos. Mas para chegar a isso, primeiro você tem que compreender o que é a mente quântica.
Todos os seres vivos e tudo o que temos ao nosso redor (o que acreditamos que é a realidade) é formado por átomos. Átomos cujo interior é, em grande parte, vazio. Além disso, para entender este artigo, pense no seguinte: tudo o que é físico na sua vida não é composto de matéria, mas de campos energéticos ou de padrões de frequência de informação.

Nossa mente é uma mente quântica

A matéria é mais “nada” (energia) do que “algo” (partículas). Antigamente acreditava-se que os elétrons orbitavam em volta do núcleo, como os planetas orbitam em volta do sol. Atualmente, os cientistas nos dizem que o átomo é composto de 99,99999% de energia e cerca de 0,00001% de matéria. Em forma de proporção, isso não é quase nada.
Os físicos quânticos descobriram que a pessoa que está observando as partículas infinitesimais do átomo afeta a conduta da energia e da matéria. Os experimentos quânticos demonstraram que os elétrons existem como uma infinidade de possibilidades ou probabilidades em um campo visível de energia.
Mas apenas quando o observador se fixa em qualquer localização de um elétron é que esse elétron aparece. Em suma, uma partícula não pode se manifestar na realidade, ou seja, no espaço-tempo tal como nós o conhecemos, até que ela seja observada. Então, quando o observador “busca” um elétron, há um ponto concreto no espaço e no tempo em que todas as possibilidades do elétron colapsam em um acontecimento físico.
Com este descobrimento, mente e matéria já não podem continuar sendo consideradas de forma separada; elas estão intrinsecamente ligadas, porque a mente subjetiva exerce mudanças perceptíveis no mundo físico subjetivo: falamos de uma mente quântica. Pense que, se a nível subatômico a energia responde à sua atenção e se converte em matéria, como a sua vida iria mudar se você aprendesse a dirigir o efeito observador e a colapsar ondas infinitas de probabilidade na realidade que deseja? Você seria um melhor observador da vida que deseja viver?




O poder da nossa mente quântica: pensamentos e sentimentos
Por natureza, tudo o que existe no universo físico é feito de partículas subatômicas como os elétrons. Estas partículas estão em um estado de onda (energia, lembre-se de que é os 99,99999%), enquanto não são observadas. Potencialmente são “tudo” e “nada”, até que sejam observadas. Elas existem em todos os lugares e em lugar nenhum até que sejam observadas.
Portanto, tudo o que existe na nossa realidade física existe como puro potencial. Se as partículas subatômicas podem existir de forma simultânea em uma infinidade de lugares possíveis, somos potencialmente capazes de colapsar em uma infinidade de possíveis realidades. Ou seja, se você pode imaginar um acontecimento futuro na sua vida se baseando nesses seus desejos, esta realidade já existe como possibilidade no campo quântico esperando que você a observe. Se a sua mente quântica é capaz de influenciar o aparecimento de um elétron, em teoria também pode influenciar a aparição de qualquer possibilidade.


Nossos pensamentos e sentimentos não são uma exceção em tudo isso. Tanto os pensamentos quanto os sentimentos têm um sinal eletromagnético. Os nossos pensamentos enviam um sinal elétrico para o campo quântico. Assim, nossos sentimentos teriam o poder de “atrair magneticamente” situações na vida. Ao unir isso, o que pensamos e o que sentimos produz um estado do ser que gera uma marca eletromagnética, que por sua vez influencia cada átomo do nosso mundo. Esse acontecimento faz com que nos perguntemos: o que eu estou transmitindo (de forma consciente e inconsciente) na vida cotidiana?
Todas as experiências existem potencialmente como impressões eletromagnéticas no campo quântico.
Há uma infinidade de possíveis marcas eletromagnéticas (de inteligência, riqueza, liberdade, saúde…) que já existem como um padrão de frequência de energia. Se ao mudar o seu jeito de ser (ou seja, mudar as suas crenças e, assim, mudar os seus pensamentos, emoções e comportamentos), você irá criar um novo campo eletromagnético que coincide com este potencial no campo quântico da informação, é possível que você tenha se deparado com essa situação ao ser atraído por ela ou que a situação encontrou você? Tudo indica que esta é uma hipótese muito provável em função dos conhecimentos de física com os quais contamos na atualidade.
Mas para que isto ocorra, você tem que ter consciência sobre todas aquelas crenças que estão no subconsciente e que te provocam bloqueios. Por exemplo, você, conscientemente, quer ter dinheiro, mas sua mente consciente dá uma ordem contrária: desde pequeno você viu e ouviu que o dinheiro é muito difícil de conseguir e que as pessoas ricas são arrogantes. Este sinal é o que a sua mente subconsciente manda para o campo quântico, e por isso você não atrai dinheiro para a sua vida. Seria preciso desbloquear este tipo de crença, pois a mudança exige coerência.


O princípio de coerência

A coerência começa alinhando os pensamentos e os sentimentos. Quantas vezes você tentou criar algo, acreditando na sua mente quântica que você conseguiria, enquanto seu coração lhe dizia o contrário? Que resultado aquele sinal incoerente que você estava enviando produziu?
As ondas de um sinal são muito mais potentes quando são coerentes, e o mesmo ocorre quando seus pensamentos estão alinhados com os seus sentimentos. Quando seus pensamentos claros e centrados no seu objetivo são acompanhados por uma forte implicação emocional, você transmite um sinal eletromagnético mais potente que atrai uma possível realidade que coincide com a que você deseja.
Você pode querer abundância na sua vida, ter pensamentos de ser rico, mas se você se sente pobre e seguindo as hipóteses que estamos discutindo neste artigo, você não vai atrair a abundância para a sua vida. Por que não? Porque os pensamentos são a linguagem do cérebro, e os sentimentos são a linguagem do corpo. Você está pensando uma coisa e sentindo outra totalmente diferente. E quando não existe essa coerência, o corpo deixa de responder de forma coerente. Pense que em você há um enorme poder para criar a realidade na qual você habita.
Fonte: https://amenteemaravilhosa.com.br/mente-quantica-transformar-realidade/

terça-feira, 25 de abril de 2017

Mudança no Campo magnético acelera muito nos últimos meses






Nos últimos meses o campo magnético da Terra esta enfraquecendo 10 vezes mais rápido do que em anos anteriores, informou a Agência Espacial Europeia (ESA).


As mudanças recentes podem indicar que os pólos magnéticos da Terra estão prestes a mudar bruscamente.

O campo magnético, que tem sido descrito como uma enorme bolha que protege a Terra da entrada da radiação cósmica  e dos ventos solares carregados de energia, está sempre mudando e a  missão Swarm da ESA  vem acompanhando mais de perto estas flutuações desde novembro de 2013.




As mudanças recentes podem indicar que os pólos magnéticos da Terra estão prestes a mudar bruscamente. 


(Phys.org)-O primeiro conjunto de resultados de alta resolução a partir dos três satélites do Programa SWARM da ESA que revelou as mais recentes mudanças no campo magnético que protege o nosso planeta. 

Lançado em novembro de 2013, o Swarm está fornecendo insights sem precedentes sobre o complexo funcionamento  do campo magnético da Terra, que nos protege da radiação cósmica e do bombardeamento de partículas carregadas emitidas pelos flares solares.

Medições feitas ao longo dos últimos seis meses confirmam a tendência geral de enfraquecimento do campo magnético, com as quedas mais dramáticas acontecendo sobre o Hemisfério Ocidental.





Em Junho de 2014 o campo magnético da Terra. Crédito: ESA Espaço / DTU

Mas em outras áreas, como o sul do Oceano Índico, o campo magnético tem se fortalecido desde janeiro. As últimas medições confirmam também o movimento de mudança do polo norte magnético para a Sibéria, com ele avançando para o interior da Rússia.

Estas modificações são baseadas nos sinais magnéticos provenientes do núcleo da terra. Nos próximos meses, os cientistas vão analisar mais dados para desvendar as contribuições magnéticas provenientes de outras fontes, ou seja, o manto, a crosta, os oceanos, a ionosfera e a magnetosfera.


Isto irá proporcionar uma nova visão sobre muitos processos naturais, desde aqueles que ocorrem profundamente dentro de nosso planeta até à meteorologia espacial desencadeada pela atividade solar. Por sua vez, esta informação irá produzir uma melhor compreensão de por que o campo magnético está se enfraquecendo tão rápida e drasticamente.





“Esses resultados iniciais demonstram o excelente desempenho do programa Swarm“, disse Rune Floberghagen, Gerente da Missão Swarm da ESA (European Space Agency).

“Com a resolução sem precedentes obtida, os dados também apresentam a capacidade do SWARM para mapear situações do campo magnético numa escala precisa.” Os primeiros resultados foram apresentados hoje (20 de junho) no “Third Swarm Science Meeting” (Terceiro Encontro Ciências Swarm’), em Copenhague, na Dinamarca.




Sofie Carsten Nielsen, a ministra dinamarquêsa do Ensino Superior e da Ciência, destacou a contribuição dinamarquesa para a missão. Swarm continua o legado do satélite dinamarquês Oersted, que ainda está operacional, bem como a missão alemã Champ. O instrumento central do Swarm – o Magnetômetro vetor de  campo – foi fornecido pela Universidade Técnica da Dinamarca.



A constelação de três satélites do programa SWARM orbitando a Terra. Crédito: ESA / Medialab AOES

O Instituto Espacial Nacional da Dinamarca, DTU Space, tem um papel de liderança – juntamente com 10 institutos europeus e canadenses de pesquisa – no Swarm Satellite Constellation Application and Research Facility, que produz modelos avançados com base em dados do programa SWARM descrevendo cada uma das várias fontes do campo medido. “Estou muito feliz em ver que o programa Swarm de pesquisa se concretizou”, disse Kristian Pedersen, diretor de DTU Space. 

Os pólos magnéticos mudam a cada período de poucas centenas de milhares de anos, e as alterações na intensidade do campo magnético são parte do ciclo, mas o que é surpreendente é a taxa pela qual ele está enfraquecendo atualmente. “Os pesquisadores estimaram que o campo magnético estava enfraquecendo à taxa de cerca de 5 por cento por século, mas os novos dados revelaram que o campo realmente esta enfraquecendo à taxa de 5 por cento por década, ou seja, a uma taxa 10 vezes mais rápida do que se pensava anteriormente”, explica  Kelly Dickerson em LiveScience.

Os cientistas esperam que a próxima mudança na orientação dos polos magnéticos ocorra em cerca de 2.000 anos, mas a este ritmo, a mudança dos polos e do campo magnético pode acontecer muito mais cedo.  O que isso pode significar para os seres humanos? 

Que as bússolas poderiam mudar e apontar o polo sul em vez do polo norte, pela primeira vez em mais de cem mil anos, e todas as grades de geração e distribuição de energia e de comunicações podem ser imediatamente afetadas.





De acordo com a LiveScience, os maiores pontos fracos no campo magnético atual foram encontrados ao longo do Hemisfério Ocidental, mas se fortaleceu ao longo do Oceano Índico Sul desde janeiro de 2014. As últimas medidas, efetuadas pela ESA e divulgadas em um  comunicado à imprensa, sugerem o movimento do Norte magnético para o interior da Sibéria, em território da Rússia


Fonte: http://phys.org/



sábado, 15 de abril de 2017

O Jogo Baleia Azul Induz a Fatalidade






UM AVISO AOS PAIS: Um sinistro jogo viral tem causado alarme no mundo todo. É o jogo da Baleia Azul, disputado pelas redes sociais, que propõe desafios macabros aos adolescentes, como bater fotos assistindo a filmes de terror, automutilar-se, ficar doente e, na etapa final, cometer suicídio, algo que já aconteceu, inclusive no Brasil.


Mais uma ferramenta da elite obscura para induzir os jovens à cometerem atrocidades contra si mesmo e os outros, está deixando rastros por todo o mundo, inclusive no Brasil.





Entenda o ‘Jogo da Baleia Azul’ e os riscos envolvidos





Aparentemente o fenômeno começou na Rússia, mas está se espalhando – inclusive no Brasil, como sugerem o caso da jovem de 16 anos morta no Mato Grosso e uma investigação policial em andamento na Paraíba. Na Rússia, em 2015, uma jovem de 15 anos se jogou do alto de um edifício; dias depois, uma adolescente de 14 anos se atirou na frente de um trem.

Depois de investigar a causa destes e outros suicídios cometidos por jovens, a polícia ligou os fatos a um grupo que participava de um desafio com 50 missões, sendo a última delas acabar com a própria vida.

loucuraA preocupação aumentou ano passado, quando fontes diversas chegaram a divulgar, sem confirmação, 130 suicídios supostamente vinculados a comunidades online identificadas como “grupos da morte”.

Tudo na internet se espalha muito rápido, mesmo as coisas mais inacreditáveis. Neste caso não é diferente. O fenômeno ganhou visibilidade e vem se alastrando pelo mundo. Em alguns países, como Inglaterra, França e Romênia, as escolas têm feito alertas às famílias, depois que adolescentes apareceram com cortes nos braços, queimaduras e outros sinais de mutilação.






Jogos com apelos de riscos letais têm virado moda entre os adolescentes. Um exemplo é o jogo da asfixia, que gerou vítimas no Brasil. Outro é o “desafio do sal e gelo”, no qual, para serem aceitos no grupo, os adolescentes devem queimar a pele e compartilhar as imagens nas redes sociais. Embora exista há anos, o desafio voltou com força recentemente. Sem falar no “Jogo da Fada”, que incita crianças a usar o gás do fogão de madrugada, enquanto os pais dormem.

As recomendações para as famílias são: monitorar o uso da internet, frequentar as redes sociais dos filhos, observar comportamentos estranhos e, sobretudo, conversar e conscientizar os adolescentes a respeito das consequências de práticas que nada têm de brincadeira.









Atenção redobrada com os jovens que apresentem tendência a depressão, pois eles costumam ser especialmente atraídos por jogos como o da Baleia Azul. Também as escolas devem colocar o assunto em pauta e incorporar no currículo, cada vez mais, a educação para a valorização da vida, o respeito pela vida dos outros e o uso consciente das mídias e tecnologias.

O jogo da baleia azul e a tragédia de Maria de Fátima, no Mato Grosso

Delegado vê indícios de que jovem de 16 anos se envolveu no desafio Baleia Azul, lista de tarefas diárias que inclui automutilação e morte do participante.

Por Fernanda Bassette –  VEJA em 13 abr 2017, 23h42

A morte da estudante Maria de Fátima da Silva Oliveira, de 16 anos, que morava em Vila Rica, uma pequena cidade a 1.270 km de Cuiabá (MT), lançou luz sobre uma brincadeira que está preocupando os pais: o desafio da Baleia Azul (ou Blue Whale). Trata-se de um suposto jogo de incentivo ao suicídio, que teve origem nas redes sociais russas, em que adolescentes são previamente selecionados para participar de um desafio de 50 dias, cumprindo tarefas diárias que incluem automutilação, sendo a última delas a morte.

Para se ter uma ideia da proporção da brincadeira, só no YouTube são mais de 25 mil vídeos sobre o jogo Baleia Azul. No Facebook há dezenas de grupos fechados sobre o assunto, alguns em português e outros em inglês. Há links de convites para as pessoas entrarem em grupos de WhatsApp. Tudo num mundo paralelo aos olhos dos pais.

Maria de Fátima foi encontrada morta na terça-feira (11) dentro de uma represa no bairro Inconfidentes, na região central da cidade. Saiu de casa sozinha, vestindo apenas a roupa do corpo, por volta das 3h15, enquanto pais e irmãos dormiam. Deixou o celular em cima da cama (bloqueado com senha), não levou dinheiro. Antes de entrar na represa para o mergulho sem volta, deixou os chinelos na beira.

A Polícia Civil da cidade abriu inquérito para investigar se a morte da menina está, de fato, relacionada ao jogo que tem tirado o sono de pais de adolescentes nas últimas semanas. De acordo com o delegado André Rigonato, responsável pela investigação, nenhuma hipótese está descartada, mas há fortes indícios de que a jovem tenha se envolvido nesse jogo: ela deixou duas cartas onde falava sobre as regras e a cronologia das ações a serem cumpridas e também apresentava alguns cortes nos braços e coxas.



Maria de Fátima da Silva Oliveira, de 16 anos, que morreu ao participar do jogo Baleia Azul na internet, em Cuiabá (MT)

“A investigação ainda está no começo. Foi feita a perícia no local e  solicitamos exames necroscópico e toxicológico para atestar a causa da morte, para saber se ela não usou nenhum medicamento ou alguma substância. Apreendemos as cartas para análise e o celular da jovem. Pela dinâmica do caso, a princípio, tudo indica que se trata de suicídio”, afirmou.

De acordo com Rigonato, ao menos dois grupos de WhatsApp da cidade estão sendo monitorados pela polícia para tentar identificar quem seriam os “curadores” da brincadeira. Induzir, instigar ou auxiliar o suicídio é crime, com pena prevista de dois a seis anos de prisão. Além disso, a Polícia Militar está preparando uma série de palestras educativas que serão ministradas nas escolas da cidade a partir da semana que vem. O objetivo é orientar os pais e professores a observarem os sinais e prevenir que outros casos aconteçam.

Os sinais

Mônica Strege Médici, professora de ciências e biologia na escola onde Maria de Fátima estudava, disse que a jovem era uma aluna excelente e raramente tirava notas abaixo de 8. “Sem dúvidas, era uma das melhores alunas da turma. Adorava a disciplina e fazia sempre as tarefas”, diz a professora. As amigas de sala, que pediram para não se identificar, contam que ela costumava ser extrovertida, sorridente e brincalhona, mas que vinha mudando o comportamento desde o final do ano passado.

“Ela estava mais introvertida, não sorria mais, não saía da sala de aula na hora do intervalo. Não queria mais conversar, ficava só no mundinho dela. Uma vez chegou a dizer que a vida não tinha mais sentido algum”, diz K.S., de 16 anos. “Ela nunca foi superficial, sem dúvida, era das mais inteligentes. De repente, começou a ficar calada. Estamos em choque”, afirmou J.M., outra amiga.

Dentro de casa também havia sinais de que algo estava errado. Segundo Antônia Carlos da Silva, de 39 anos, mãe de Maria de Fátima, a jovem tinha alguns cortes nos braços e nas coxas há cerca de dois meses. Além disso, a mãe chegou a encontrar um papel em que a estudante havia escrito com a própria letra regras a serem cumpridas, como “abrace os seus pais e diga a eles que os ama”, “peça desculpas”, “tire a sua vida”. O documento está com a polícia.

Antônia disse que em nenhum lugar do papel havia referência ao jogo Baleia Azul, mas disse que tinha uma cronologia a ser seguida. Assustada, ela chamou a filha para conversar sobre o assunto. “Perguntei o que era aquilo e ela me respondeu que não era nada. Que era uma bobagem. Disse: ‘você acha que vou me matar, mãe?’”, conta Antônia. “Perguntei se ela precisava de ajuda e ela disse que não. Na hora, eu preferi acreditar nela. Aquilo não podia estar acontecendo comigo”, diz a mãe.

Uma semana se passou e Antônia continuava aflita, preocupada com a filha, que não dormia mais direito e passava as noites acordada com o celular e o fone de ouvido.  Mas não sabia o que fazer. Na noite de segunda-feira (10), Antônia dormiu antes das 22h. A filha estava no quarto, no celular. Paula, a irmã mais velha que dividia o quarto com Maria de Fátima, também foi dormir. Acordou às 3h04 para desligar o ventilador. A irmã estava lá ainda, deitada, mas acordada. Paula voltou a dormir, mas acordou novamente às 3h38, quando o celular tremeu com uma mensagem de texto da operadora. Ao olhar para o lado, viu que Maria de Fátima não estava mais na cama.







Antônia foi acordada na madrugada pela filha mais velha, que avisou que a irmã tinha fugido. “Não sei te explicar, mas naquela hora eu pulei da cama e meu coração de mãe me disse que minha filha estava morta.” A família saiu de madrugada em busca da menina, mas não a encontrou. Procurou a polícia, os amigos da escola, o namorado, o Conselho Tutelar. À polícia o namorado disse que na noite de segunda, por volta das 22h, Maria de Fátima tinha dito que “morreria afogada”, mas ele não teria percebido que isso era um sinal.

Ainda na segunda-feira, às 18h15, Maria de Fátima desbloqueou a irmã de uma rede social e mandou para ela o áudio da música Trem Bala, de Ana Vilela. Em um dos trechos a música diz: “Segura teu filho no colo, sorria e abraça os teus pais enquanto estão aqui, que a vida é trem bala, parceiro, e a gente é só passageiro prestes a partir”. Cinco dias antes, ela postou uma foto em uma rede social com a legenda “última foto” ao lado de um emoticon chorando.

“Eu só quero que outros pais não passem pela dor que estou passando. Que não chorem o que estou chorando. Precisamos estar mais presentes na vida dos nossos filhos. Eu quero que o caso da minha filha sirva de alerta, pois outros jovens podem estar envolvidos nisso”, disse a mãe.

Aumento de casos

Segundo o psiquiatra Daniel Martins de Barros, coordenador médico do Núcleo de Psiquiatria Forense e Psicologia Jurídica do Instituto de Psiquiatria da USP, o número de suicídios em jovens está aumentando em todo o mundo e ninguém ainda sabe explicar a razão. Em 90% dos casos, diz, a pessoa tinha algum tipo de transtorno mental, principalmente depressão.

Para ele, o suposto jogo Baleia Azul é apenas o pano de fundo para um cenário de aumento de casos de suicídio entre jovens que se repete há anos. “Há seis meses, o jogo do momento era o da asfixia. Agora é o da Baleia Azul. Daqui a um tempo terá um novo. Não estou dizendo que o jogo não existe, mas esquece o jogo. A questão aqui é: o que vamos fazer para evitar? Esse é o ponto”, afirmou.






Para Barros, o “pânico moral” criado em torno do suposto jogo reflete os medos dos próprios adultos. “Esse pânico fala sobre nós, os pais. É o gap [lacuna] geracional. Todo adulto sabe que não está dando a devida atenção para o jovem. E isso demonstra a dificuldade que os pais têm de entrar no universo do filho”, diz.


Segundo Barros, casos como esse chamam a atenção para a necessidade urgente de os pais saberem identificar os sinais e buscar ajuda quando necessário. “Temos que quebrar o tabu da depressão. Depressão é uma doença, como catapora, como pneumonia. Ao perceberem sinais de mudança de comportamento nos filhos, busquem ajuda e evitem o sofrimento. A depressão é tratável e curável.”

Fonte: http://g1.globo.com/








domingo, 26 de março de 2017

Os segredos do poder da manipulação mental






Em geral, nós gostamos da ideia de sermos donos de nossas próprias escolhas. 

Mas será que somos mesmo? Jay Olson, pesquisador do Departamento de Psiquiatria da Universidade McGill, em Montreal, no Canadá, acredita que não. “O que a Psicologia está descobrindo cada vez mais é que muitas decisões que tomamos são influenciadas por fatores dos quais não temos consciência”, ele explica.






Recentemente, Olson desenvolveu um engenhoso experimento que demonstra como é fácil manipular alguém mesmo com uma persuasão quase imperceptível.

Praticante de truques de mágica desde os 7 anos, Olson notou, quando começou a estudar Psicologia, que muito do que aprendia sobre a mente humana casava com aquilo que seu hobby já o tinha ensinado, principalmente no que se refere à atenção e à memória.






Em seu mestrado, ele realizou vários truques com voluntários, mas um em particular o ajudou a concluir fatos importantes sobre a influência e a persuasão. A mágica consiste em rapidamente manipular um baralho na frente de um voluntário e depois pedir para que ele escolha uma carta qualquer. O ilusionista, então, tira uma carta idêntica de seu bolso – para a surpresa e deleite da plateia.

O segredo do mágico é já escolher ele mesmo uma carta e passar alguns milésimos de segundo a mais com ela na mão enquanto o baralho é manipulado. Isso influencia o voluntário a pegar justamente aquela carta.

Olson percebeu que conseguiu direcionar 103 de 105 participantes (98%). Mas foi a segunda parte da experiência que mais surpreendeu o psicólogo. Quando interrogou os voluntários depois, viu que 92% deles não tinham ideia de que estavam sendo manipulados e acharam que estavam no total controle de suas próprias decisões.







O pesquisador também descobriu que aspectos como a personalidade do voluntário não tinham relação com o quanto ele pode ser influenciado – todos pareciam igualmente vulneráveis. As implicações dessa experiência vão muito além do palco e deveriam servir para reconsiderarmos nossas percepções sobre nossa vontade própria.

Apesar de termos uma grande sensação de liberdade, nossa capacidade de tomar decisões deliberadas pode ser uma ilusão. “A liberdade de escolha é só um sentimento – não está ligada à decisão em si”, afirma Olson.

Não acredita nele? Lembre-se quando você for a um restaurante. Segundo Olson, o cliente tem mais chances de pedir o prato que está no topo ou na parte de baixo do cardápio porque essas são as áreas que mais atraem o olhar. “Mas se alguém perguntar o porquê da sua escolha, você dirá que está com vontade de comer aquilo, sem perceber que o restaurante deu uma forcinha”, diz.






A psicóloga Jennifer McKendrick, da Universidade de Leicester, na Grã-Bretanha, concluiu, em um estudo, que o simples fato de um supermercado tocar uma música ambiente francesa ou alemã fazia as pessoas comprarem vinhos desses países.

Segundo membros da campanha de Al Gore à Presidência dos Estados Unidos em 2000, seus rivais republicanos faziam a palavra “RATS” (“ratazanas”) aparecer por milésimos de segundos em anúncios que traziam imagens do democrata, o que teria espantado muitos de seus eleitores.

O psicólogo Drew Westen, da Emory University, em Atlanta, criou um candidato fictício e inseriu a suposta mensagem subliminar em seus anúncios, notando que voluntários o avaliavam negativamente.

Outra experiência mostrou ainda que representantes de vendas por telefone registraram uma performance melhor apenas por ter visto a foto de um atleta ganhando uma corrida – mesmo sem se lembrarem dela depois.







Evidentemente, esse tipo de conhecimento pode ser usado para a coerção se cair nas mãos erradas. Por isso, é importante saber quando outras pessoas estão tentando convencê-lo de algo sem que você perceba.






Com base em artigos científicos, aqui estão quatro atitudes manipuladoras fáceis de identificar:

1 – O poder do toque

Um tapinha nas costas seguido por um contato visual pode levar uma pessoa a baixar mais a guarda. É uma técnica que Olson usa em seus truques, mas que pode funcionar no cotidiano.

2 – A velocidade da fala

Olson diz que mágicos sempre tentam apressar seus voluntários para que eles escolham a primeira coisa que vem à sua mente – em geral a ideia que ele plantou. Uma vez que a pessoa fez sua opção, o performer passa a falar de maneira mais relaxada.

Ao se lembrar da experiência, o voluntário tende a pensar que o tempo todo foi livre para tomar suas próprias decisões, em seu ritmo.






3 – Atenção a seu campo de visão

Ao passar mais tempo manipulando uma determinada carta de baralho, Olson a torna mais “saliente”, fazendo-a se fixar na mente do voluntário sem que este perceba.

Há muitas outras maneiras de fazer coisas semelhantes: colocar um objeto na linha do olhar da outra pessoa ou mover algo ligeiramente mais perto de um alvo, por exemplo. Pelos mesmos motivos, acabamos escolhendo a primeira coisa que nos é oferecida.

4 – Algumas perguntas plantam ideias

Quando alguém faz uma sugestão e pergunta aos demais coisas como “Por que você acha que isso é uma boa ideia?” ou “Na sua opinião, quais as vantagens disso?”, está, na realidade, deixando os outros se convencerem a respeito de certas questões por conta própria.






Pode parecer óbvio, mas fazer com que as pessoas reflitam a partir de ideias embutidas nas perguntas significa que elas ficarão mais confiantes em tomar decisões de longo prazo – mesmo não tendo sido ideia delas.







Dizem que existem três tipos de pessoas no mundo:

Aquelas que fazem as coisas acontecerem;
Aquelas que observam as coisas acontecerem e
Aquelas que ficam se perguntando o que aconteceu????
A vasta maioria da humanidade encontra-se nas duas últimas categorias. A maioria tem “olhos para ver”, mas não enxerga o que está acontecendo. A maioria tem “ouvidos para ouvir”, mas não compreende o que está acontecendo: “LOCAL, NACIONAL ou INTERNACIONALMENTE.”  


Fonte: http://www.bbc.com/

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